Redação Blitz: Da redação para o leitor

O Blitz invade a TV?

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A primeira edição do BLITZ de 2010 trouxe boas notícias aqui na redação. A gente trabalhava nela quando surgiu o convite para levar o BLITZ das páginas  do jornal para a televisão. Um programa cultural nos mesmos moldes do caderno é um desafio e tanto até porque não existe algo nesse formato. A fase é de reunir idéias, fazer testes, bolar vinhetas, pensar de que forma preencher esse espaço legal. Nos próximos dias a gente deve preparar esse projeto e marcar o início da preparação de um piloto para testes.

O certo é que o foco é mesmo em entretenimento e cultura. Como no impresso, a prioridade é toda para o conteúdo e as entrevistas - até porque a gente não tem muito a lata de mostrar a cara, o astro da história são os fatos e os entrevistados.

Empolgação total por aqui - e outros projetos no próprio caderno ( o caderno agora é regional ) e em outras mídias vão ocupar o tempo daqui pra frente. Tudo na pauta original do caderno, lá em julho, prevendo o crescimento - ou indo mais longe, em idéias esmiuçadas alguns anos atrás já.

E dê-lhe BLITZ!

Trabalheira por aqui…

A garota aí bem podia ser a Bia nos últimos dias...

A garota aí bem podia ser a Bia nos últimos dias...

 Correria, correria, correria. Quem pensa que com as férias o ritmo de trabalho diminui está certo apenas em parte. Para o BLITZ, a situação se inverteu: com abrangência regional e uma série de novos projetos e idéias envolvendo o jornal e o caderno, o que menos a gente tem, hoje, é tempo.

Para se ter uma idéia, sentamos na tarde da segunda-feira, voltando ainda com aquela “leseira” dos 4 dias de fim de ano ( coloque o plantão no dia 1º nessa história ) e começamos a colocar no papel as pautas para as próximas edições do BLITZ, os novos rumos, linha editorial e contatos. O resultado: 18 pautas de capa em pleno período de férias, o que significa, pelo menos 4 meses sem queimar a cabeça buscando assuntos para a capa do caderno.

Isso nas férias.

Então, férias o escambau. Pauta é o que não falta.

E algo me diz que em breve a gente vai ter mais coisa para contar por aqui - até porque o site e os blogs do BLITZ devem passar por uma reformulação para se adequar à novas idéias. Mas isso é assunto para outra hora…

Por hora… melhor se o dia tivesse 36 horas!!!

Me explicando…

computing_stressOK. Depois de um mês sem postagem aqui, acho que vale a justificativa - e por mais que blog não seja serviço de recados, mas troca de idéias, é válido: emendar Jornada de Literatura com Feira do Livro com 3 cadernos especiais, um aumento de páginas do BLITZ mais uma troca de funções estratégica para cobrir uma editoria de um colega em férias resulta em um jornalista meio sem noção de tempo, espaço, dores no corpo ou memória: tudo fica meio letárgico. O fim de semana se torna curto, não dá tempo de curar as dores e já é segunda-feira de novo.

A fase está passando - e no caso da Bia, acrescente uma entrega de monografia, e some todos esses fatores nas mesmas 4 semanas. Então, a gente promete atualizar logo a troca de idéias por aqui, até porque assunto não falta para o blog.

Seeya…

“Arte é um ato de sedução…”

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Vamos combinar assim: Guillermo Arriaga deveria ser presença constante na jornada do primeiro ao último dia. O cara, roteirista de obras como “Babel”, “Amores Brutos” e “Três enterros” é de uma simplicidade e sinceridade cativantes. E expressa opiniões fortes de forma hipnotizante. E ama o Brasil.

Não é demagogia. Arriaga já esteve por aqui quase uma dezena de vezes, visitou feiras literárias em todo o país - na sexta, ruma para a Feira de Porto Alegre - é fã da música Brasileira, gosta de Titãs e Vanessa da Mata, é fã de Paulo Lins e Marçal Aquino, gosta do cinema brasileiro e expressa o assombro dele.

“Não sei se vocês, aqui no Brasil, se deram conta do tamanho dos seus festivais literários. Cinco mil pessoas, reunindo-se em torno da cultura? Só no Brasil. Quase não se vê isso em nenhum lugar do mundo.”

Obama e Chavez entraram na roda de discussões. “Obama representa mais do que os americanos sequer sabem que ele representa, e Chavez foi criado pela voracidade da elite venezuelana.”

Arriaga é simpático. Interagiu com a platéia de jornalistas, andou entre eles, deu a entrevista de pé, para que os que estavam no fundo pudessem vê-lo melhor. Se expressou em espanhol, mas pediu perguntas em português mesmo - ele gosta de exercitar o “portunhol”. “Minhas histórias nascem da minha vida” resumiu ele. A contar da obra literária e cinematográfica, a vida de Arriaga, no fim das contas, tem dado uma história e tanto…

Cardoso, que não é Cardoso…

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André Czarnobai ( em primeiro plano, aí acima ) é uma figura. Mas ninguém conhece ele com esse nome… e talvez muito poucos conheçam ele da forma que outros mortais lembram: André Cardoso. Aliás, ele é Cardoso por causa de um Camargo - ouvir como ele chamava o antigo professor de educação física nos tempos de UFRGS de Cardoso, e não Camargo, durante quase um ano, é hilário porque o cara, se tem o dom da escrita, também prende a atenção quando fala. E como fala. Ele foi responsável pelo CardosOnline, fanzine por email revolucionário, e até hoje lembrado com saudosismo.
Durou de 05 de outubro de 98 até o fatídico 11 de setembro de 2001, dia em que André fez uma brincadeira mal interpretada. “Disse que nossos escritórios eram no World Trade Center e que tinha acabado tudo. Muita gente não gostou, se manifestou. Me assustei, achei que iria apanhar na rua” afirma, antes de completar, entre risos. “Mas não aconteceu nada”.

André reconhece a importância do fanzine, mas não reconhece a qualidade. “Não tenho orgulho do que escrevia, mas olha o que a gente fez: a gente não inventou nada, mas a gente previu muita coisa.” Em pleno ano de 1998, quando a internet era discada e poucas pessoas acessavam a rede com freqüência, o sistema do Cardoso online já previa o que são, hoje, os blogs, fóruns e comunidades: pessoas comentando textos de outros, formulando suas considerações e criando uma corrente de pensamento e troca de idéias. Sem as ferramentas modernas, mas ainda assim ligando opiniões”.

A prosa de André Cardoso - que não é Cardoso - foi um dos pontos altos da Jornada. Fez parte da prosa maior sobre Literatura para o leitor criado na internet, no Encontro de Escritores Gaúchos, que aconteceu nessa manhã no IFCH.<-->

São Miguel na Jornada

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Exposição organizada pelo professor Tau Golin, no IFCH, apresenta um olhar mais aprofundado da missão jesuítica de São Miguel, no noroeste do Rio Grande do Sul. Não se resume à Igreja, mais famosa imagem da redução, mas trata da ocupação do espaço e da reconstituição do modo de vida: as casas, o cemitério, plano urbanístico, aspectos estruturais e desdobramentos internos do sítio arqueológico. Uma volta ao passado para entender como funcionava todo o complexo, e não apenas o prédio principal. Para quem não conhece, vale a pena para entender o que está perdendo.

Para nós, que já visitamos o lugar, para entender melhor o que eram aqueles muros destruídos atrás da Igreja, ou mesmo para lamentar o que não sabíamos e não vimos.

Também organizam a exposição as professoras Graciela Ormezzano e Jacqueline Ahlert.  O crédito a elas é merecido…

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Dose Dupla

Por Gustavo Melo - Colunista BLITZ

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Hoje, às 17:00h, no Café Literário, no Centro de Convivência da UPF, Cristovão Tezza, autor do excelente O Filho Eterno (vencedor do 6º Prêmio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura), realizará uma conversa com leitores. A mediação do encontro ficará a cargo de Ignácio de Loyola Brandão. Será um fim de tarde promissor, pois teremos a rara oportunidade de trocar ideias com um premiadíssimo escritor, traduzido para diversos países, e, em consequência disso, passarmos, sem dúvida, a apresentar um novo olhar sobre o mundo e sobre nós mesmos.
***
Em seguida, às 20:00h, no Palco de Debates, acontecerá a conferência Cinema e Literatura, proferida pelo (entre outras atividades) escritor e roteirista Guillermo Arriaga. O mexicano é autor de romances, contos, e importantes roteiros cinematográficos como Amores Brutos, 21 Gramas e Babel, indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original em 2007. Dá calafrio só de pensar em perder, não dá?
***
Uma das grandes virtudes das Jornadas Literárias de Passo Fundo é buscar a formação de leitores em múltiplas linguagens, reunindo nas discussões inúmeros intelectuais, pertencentes às mais distintas manifestações artísticas. A rodada dupla de hoje, com Tezza e Arriaga, com Literatura e Cinema, certamente proporcionará momentos de quebra de paradigmas de que só a Arte é capaz, trazendo à tona diferentes perspectivas para muitos dos padrões sociais que estão ao nosso redor. São dois nomes de peso, de nível internacional; dose dupla, forte, daquelas em que é preciso se colocar um pouco de gelo e ir saboreando lentamente.
Hoje tem Arriaga e Tezza na Jornada… E aí, vai querer quantos cubos?

“Fornada” de literatura

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Para quem estava acostumado e conviver com os casacos pesados nas jornadas anteriores, encarar o calor da terça-feira foi difícil. Nem tanto pela temperatura que fazia, mas pelo verdadeiro efeito estufa debaixo das lonas lotadas. Na abertura do palco de Debates da tarde, Ignácio de Loyola Brandão – com um humor de dar inveja a comediantes consagrados, dando um show à parte – brincou: “Estava na Lona Azul da Jornadinha. Fugi.”
A brincadeira era série em parta. No próprio palco, Alcione Araújo se abanava e brincava com seu próprio sofrimento com o calor. Nas cadeiras, o movimento de livros e folhetos sendo abanados montava um pequeno balé à parte. Nada, porém, comparado ao calor das loninhas. Lotadas de crianças, o calor era ainda maior.
“Que calor terrível. As outras lonas estão assim também?”
A pergunta aflita de Anna Cláudia Ramos, escritora convidada a começar falando na Lona Azul mostra que nem os escritores escaparam – na frente deles, as crianças se abanavam. O mais incrível de tudo: elas não davam bola.

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Zappiens na lona

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 A previsão do pesquisador holandês Win Veen é de 25 anos, mas a geração atual já está inserida no mundo que ele afirma ser impossível de não acontecer. Durante a abertura da Jornadinha, os pequenos mostraram que a tecnologia é rotineira no seu dia a dia. Alguns registravam tudo com câmeras digitais, outros apontavam seus celulares para o palco, faziam pose uns para os outros, tiravam do bolso seu MP4. A abertura da jornadinha não passou em branco – foi registrada por eles próprios, e muitos talvez coloquem, já algumas horas depois, as fotos ou filmes no Orkut, em seus blogs, comunidades, twitter.
O pesquisador cita o exemplo da Índia, onde um projeto disponibiliza ao alcance de crianças de 4, 5 ou 6 anos, telas touch screen com informações. Ninguém explica nada aos pequenos, muitos sequer sabem escrever, mas eles interagem com a tecnologia, aprendem sozinhos, se tornam auto-sustentáveis. É a tendência cada vez mais consolidada a cada geração. Na lona principal, na manhã de terça-feira, os pequenos alfabetizados tecnológicos mostraram que esse mundo defendido por Win Veen é realidade. Na verdade, a única realidade que eles concebem…

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Cenas da manhã

Paulo Becker curte o assédio dos pequenos fãs no final da manhã. O criador do Gato Gali-leu provou da popularidade da sua criação.

Paulo Becker curte o assédio dos pequenos fãs no final da manhã. O criador do Gato Gali-leu provou da popularidade da sua criação.

Olhe bem para o rosto desses dois amigos. Estão alheios ao que acontece ao redor, imersos no mundo fantasioso dos livros. É essa a construção de sentidos fundamentada na imaginação e na leitura que a professora Tania Rösing defende há anos. A julgar pelo rosto dos dois amigos, aqui na Feira do Livro, é um objetivo fácil de ser atingido. Basta querer.
Olhe bem para o rosto desses dois amigos. Estão alheios ao que acontece ao redor, imersos no mundo fantasioso dos livros. É essa a construção de sentidos fundamentada na imaginação e na leitura que a professora Tania Rösing defende há anos. A julgar pelo rosto dos dois amigos, aqui na Feira do Livro, é um objetivo fácil de ser atingido. Basta querer.
Tradicional na Jornada, o espaço Petrobrás traz um animador que é uma mescla de vários apresentadores de auditórios da televisão brasileira.  Quem entra na brincadeira, aqui, são as crianças...

Tradicional na Jornada, o espaço Petrobrás traz um animador que é uma mescla de vários apresentadores de auditórios da televisão brasileira. Quem entra na brincadeira, aqui, são as crianças...

Só houve uma pequena reclamação referente ao espaço montado para fotos, em frente ao Centro de Eventos, com a turma do Gato Gali-leu: as crianças menores não conseguem alcançar os espaços maiores. Aí, a reclamação rola. Todos querem tirar uma foto junto ao Gato...

Só houve uma pequena reclamação referente ao espaço montado para fotos, em frente ao Centro de Eventos, com a turma do Gato Gali-leu: as crianças menores não conseguem alcançar os espaços maiores. Aí, a reclamação rola. Todos querem tirar uma foto junto ao Gato...

Piquenique ao sol

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Clima de piquenique no intervalo do meio dia. Com o calor escaldante batendo sobre as lonas e a praça de alimentação, grande parte das crianças e professores que vieram já pela manhã à Jornada optaram por descansar na grama, embaixo das árvores ou estirados no chão.

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Construção solidária…

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A iniciativa não é inédita, mas prova que mentes próximas constroem obras semelhantes, pelo menos em conceito. O Mutirão pela Inclusão Digital também está presente na Jornadinha, em um estande no acesso às 4 lonas, onde o professor Adriano Teixeira, coordenador do Curso de Ciências da Computação da UPF não para um instante. Em formato “U”, diversos computadores à disposição dos pequenos. Computador de menos para crianças demais, aliás. Em frente a cada monitor, 2,3,4 crianças. Elas trabalham em cima de arte, construindo uma obra solidária com outras crianças. “Eles interagem com imagens prontas, diversas, e a próxima turma continua a obra do ponto onde eles pararam. É a construção conjunta de uma obra, que depois é exposta em no site (http://inf.upf.br/mutirao/jornadinha).” explica Adriano. Na mesma sala, outra atração: um grande globo exibe um filme projetado em seu interior por três câmeras, projetando diversos efeitos. Uma de cada vez, as crianças assistem colocando seu rosto em um pequeno buraco no globo. A atração é sucesso: a fila, normalmente, é longa.

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Escritor e herói…

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É muito difícil encontrar o escritor Pedro Bandeira sem um sorriso no rosto. Tem sido uma das atrações da jornada, distribuindo simpatia desde antes da abertura, na segunda. Na manhã desta terça, ele comprovou aquilo que já havia sido mencionado na festa de abertura, a de que a Jornada é maravilhosa porque possibilita o contato direto entre leitor e escritor… e que o escritor, muitas vezes, adquire as feições de um herói para os pequenos fãs. Para o pequeno leitor acima, que conseguiu uma dedicatória exclusiva de Pedro, não poderia ser mais verdadeira a afirmação…

Nos passos da vovó…

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É a primeira jornada da vida do pequeno Vitor, 1 ano e 6 meses. E para ele, a Jornada é ainda mais especial. È a avó dele quem estaria, alguns minutos depois, saudando as crianças como vem fazendo há vários anos. Vítor é neto de Tania Rösing. Olhar compenetrado para o palco, arriscou algumas palmas e se acostumou com o barulho intenso da lona. Começou cedo a seguir o exemplo da avó…

ELAS chegaram…

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Se o objetivo maior da jornada é formar leitores - de livros e do mundo - dá para dizer que as personagens acima são protagonistas da festa que iniciou ontem. Antes das 8 horas da manhã, uma avalanche de crianças começou a subir as escadas e se posicionar para invadir o Circo da Cultura. Eles, que são jovens, não reclamam do frio, do vento, do horário ou de cansaço. Só fazem isso: sorrir ( alguns, gargalhando ). O primeiro dia da Jornadinha começou nesse astral…

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Agora não pára mais

Feira do Livro já começa a registrar movimento...
Feira do Livro já começa a registrar movimento…

Agora  não pára mais: a gente recebeu reforço à medida que a hora da abertura se aproxima ( depois das 19, atualização por aqui só quando Deus permitir ). A feira do Livro começa a registrar movimento… e as exposições no Centro de Eventos foram abertas oficialmente

Cris Jaqueline e Ânderson Silva encaram sérios o deputado Beto Albuquerque ( fora da foto )
Cris Jaqueline e Ânderson Silva encaram sérios o deputado Beto Albuquerque ( fora da foto )

 

Ministro, deputados e cantos tranquilos

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Movimentação intensa no Centro de Imprensa. Todo o interesse está na chegada do Ministro Haddad, acompanhado do deputado Beto Albuquerque e da senhora da Jornada, Tania Rösing. Logo ao lado, o deputado Luciano Azevedo observa a coletiva de Haddad, e Win Veen troca idéias com jornadetes …

ministro

luciano

e Cristóvão Tezza procura um computador…e encontra, na central da Assessoria de Imprensa.

tezza

Permaneceu lá por algum tempo, quieto, sem ser atrapalhado. Tezza recebe, daqui a pouco, o prêmiO Zaffari & Bourbon de Literatura

Adequando-se ao tema

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Se o tema desse ano fala de tecnologia, nada melhor do que acompanhar os novos tempos. Toda informação da jornada para os visitantes está agora em telões, na entrada da praça de alimentação e da Feira do Livro, alternando-se de tempo em tempo….

A última geração

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25 anos para uma geração totalmente unida digitalmente através do mundo… um mundo sem papel, com jornalistas adaptados a uma nova realidade, e professores enfrentando uma tarefa difícil, a de ensinar uma geração que já nasce sabendo mais do que eles sobre a tecnologia em que vivemos.

Show demais a entrevista com Win Veen…. mais amanhã na edição impressa e também por aqui

PS: Até que ponto as idéias dele realmente valem para nosso terceiro mundo?

Tudo pronto…

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Será que o tempo está bom para a Jornada? Depois de um sábado em que se divulgou que poderia chover 1/3 do total previsto para o mês, a semana da 13ª Jornada começou assim: calor, céu azul e muito sol.

Tudo pronto para a grande festa…